O esgotamento profissional, popularmente conhecido como Burnout, vai muito além de um simples cansaço após uma semana intensa de trabalho; trata-se de um estado de colapso físico e emocional que compromete a saúde mental de forma profunda. Os primeiros sinais costumam ser sutis, manifestando-se como uma irritabilidade constante, falta de motivação e uma sensação de que, não importa o quanto você descanse, a energia nunca é recuperada. Quando ignoramos esses alertas, o corpo começa a somatizar, resultando em insônia, dores de cabeça e crises de ansiedade, tornando o ambiente de trabalho um gatilho para o sofrimento.
A intervenção através do acompanhamento terapêutico é fundamental para romper esse ciclo vicioso e recuperar o equilíbrio perdido. Nas sessões de terapia, o foco não é apenas aliviar os sintomas imediatos, mas sim identificar as causas raízes que levaram ao limite, como a dificuldade em estabelecer limites ou a busca incessante pela perfeição. Com o suporte adequado, é possível desenvolver estratégias de inteligência emocional e resiliência, permitindo que o indivíduo reorganize sua rotina e redescubra o prazer tanto na vida pessoal quanto na profissional, priorizando o autocuidado como um pilar não negociável da sua existência.


